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O Programa de Formação e Ocupação de Jovens (PFOJ) foi lançado pelo IEFP, em 1993, e tem beneficiado, ao longo dos anos, um número significativo de jovens, de idade compreendida entre os 14 e os 24 anos, que, por vários motivos, abandonaram o sistema formal de ensino.
O PFOJ promove o desenvolvimento de emprego dos jovens através de uma ocupação profissional bem determinada a nível de todo o território nacional. Através deste Programa, elege-se uma empresa, uma oficina ou outra qualquer unidade de produção como lugar privilegiado de aprendizagem profissional, onde os jovens, colocados directamente no mundo laboral, participam em actividades úteis ao desenvolvimento sócio-económico das suas localidades ou regiões.
Desde 1995, o PFOJ vem expandindo de uma forma significativa, quer em termos de municípios abrangidos (12 em 1995 e 17 em 1998, ou seja, a totalidade dos municípios do país), quer em termos de jovens beneficiados (342 em 1995; 362 em 1996; 378 em 1997; 502 em 1998; e 591 em 1999). No que respeita à taxa de colocação dos formandos após a formação, os resultados são bastante positivos, pois, cerca de 65% a 70% dos aprendizes conseguem ingressar no mercado de trabalho após a formação.
O Programa contempla diversas áreas de actividade, nomeadamente a administração, comércio, saúde, educação infantil, informática, electricidade, restauração, serralharia, carpintaria/marcenaria, canalização, corte e costura, artes gráficas e mecânica auto, cabeleireira, serralharia, bate chapa e pintura, rendas e bordados, entre outras.
O PFOJ tem como objectivos gerais:
- Proporcionar aos jovens excluídos do sistema regular de ensino uma alternativa de ocupação nas unidades económicas com vista à sua integração sócio-profissional;
- Capacitar a mão-de-obra juvenil para desempenhar tarefas básicas de uma dterminada profissão necessária ao desenvolvimento sócio-económico das diversas comunidades.
São objectivos específicos do Programa:
- Promover o emprego dos jovens através de uma ocupação/formação profissional;
- Preparar mão-de-obra qualificada para estar apta a competir no mundo do trabalho;
- Contribuir para a estabilidade emocional dos jovens e adolescentes, evitando os males sociais que atacam os desempregados e desocupados de uma determinada comunidade;
- Evitar a frustração no seio da camada juvenil.
Os intervenientes directos do Programa são:
- IEFP (Sede, Centros de Emprego e as antenas municipais)
- Empresas e oficinas
- Câmaras Municipais.
Para o presente ano, o Programa ainda não está disponível, estando-se a aguardar a liberação do orçamento pelo Governo.
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